Soncent

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quarta-feira, 6 de maio de 2020

A fada do lar


A minha vida em tempos de COVID-19 tem sido exatamente aquela que sempre desprezei: a mulher que não sai de casa, que passa os dias todos iguais, a cuidar da criança, a varrer, a limpar, a dar banho e a “ver novela”: séries de água com açúcar porque desde que pari, toda a violência me choca; em contrapartida, basta que apareça um bebé na tela para que eu me derreta.

A minha bebé celebrou seis meses sob o signo do confinamento: houve um bolo comido apenas por dois; houve um vestido que apenas serviu para a foto. Mas ela riu-se toda e pousou orgulhosa. Suponho que ela nunca foi mais feliz, na sua curta vida: tem a sua mamã o tempo todo ao seu lado. E tem a novidade de ter um papá muito próximo, a brincar com ela todos os dias, a deixá-la explorar-lhe a barba farta, que ela adora! Para ela, ele é o parque das diversões. Para mim, é quem cozinha e lava a loiça. As coisas funcionam muito bem.

domingo, 21 de abril de 2019

O domingo de Páscoa de uma ateísta

Ninguém se interessa por saber como é o domingo de Páscoa de uma ateísta? Isto é tudo muito ingrato. Toda a gente tem todo o prazer em andar a encaminhar postais de Feliz Páscoa, Paz e Chocolates e Ovos, mas o que aconteceria se me desse um ataque súbito de rebeldia por viver numa sociedade tão rendida aos valores cristãos e gritasse do alto do meu perfil, deixem-me me paz, desejem-me essas coisas sem ser com data marcada no calendário?! Não dá? 


sábado, 26 de janeiro de 2019

Eco merecido

Isto merece um eco: 


"A polícia não existe para proteger os brancos. Mas é exactamente isto que sentem os não-brancos. E é exactamente o que os políticos têm obrigação de garantir que não sintam. Que não haverá mais razões para sentir isso.
Enquanto houver gente em Portugal que sinta que é automaticamente suspeita para as autoridades, ou tratada de forma diferente, os políticos não estarão a fazer o seu trabalho. É disso que devem ter vergonha, é isso que devem combater, em vez de se voltarem contra quem protesta por isso existir."

Por Alexandra Lucas Coelho. 

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Ignite - inspiração em 5 minutos

























Eu, pensando: Será que consigo? Será que vão gostar?
Mas também, pensando: como é que vou vestida? E que penteado?
....
(Emojis de alguém a roer as unhas que eu não vou estragar as minhas).


Ufa!

segunda-feira, 26 de março de 2018

Um ano de Eileenísticas na RCV


Fez este mês um ano que (quase) todas as quartas-feiras, antes das oito da manhã, e depois à tarde, passa a minha rubrica literária na RCV. Foi um convite do Humberto Santos que aceitei prontamente, achei uma ideia gira, fiquei contente e orgulhosa. 

Nem sempre fácil. Já gravei Eileenísticas no meu telemóvel, no aeroporto de escala entre Boston e São Francisco, com chamadas e avisos no altifalante e pessoas  a arrastar as suas malas por mim. Já as gravei na noite de terça-feira, em casa de gente, porque me tinha esquecido que no dia seguinte era quarta. Já gravei coisas divertidas e coisas mais sérias. E é um encanto encontrar pessoas que comentam comigo o que ouviram. 

Tem sido muito útil para mim porque ao escolher um texto e gravá-lo, sou como que uma editora estranha que o ouve pela primeira vez e o corrige, o repensa, refina. 

Então, obrigada, Humberto Santos! 

(Imagem da net)

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Boas vindas, 2018


Entrei em 2018 com uma flute de champanhe nas mãos, cortesia da Dominika Swolkien, que teve a feliz ideia de juntar pratos diversos num jantar agradável e informal no apartamento em que morei durante uns aninhos mas ao qual ela soube dar uma graça muito superior a qualquer decoração que lhe tivesse feito. Estava, estávamos, está mais que visto, em Soncent, minha ilha adorada. 

De manhã, após uma boa noite de sono, lá estava eu na Praça Nova, cumprimentando aquela malta toda que tinha vindo das festas, desta vez não desmazelados, com os sapatos nas mãos e fatos desfeitos, mas sim muito compostos, não exatamente perfumados mas bastante bem vestidos e pintados. Houve uma ou outra de sapatilhas discretas debaixo dos vestidos, mas de resto não vi manchas de bebidas, gravatas tortas nem ninguém podre de bêbado. Sinal dos tempos. Eu sim, tinha ainda as pálpebras inchadas porque entre a tosse terrível que me acompanhou nesses dias e os cães da Polícia de Intervenção que ladram durante toda a noite por nenhuma razão, não houve sono retemperador para mim. 

De resto, de assinalar a vivacidade da ilha, os preços que nos parecem baratos quando comparados com os da Praia, a minha família com quem é sempre muito bom estar. 

E este blog, que parecia zonzo de sono e agora vai voltar a florescer! 

Beijos e abraços! 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Setembro

Setembro... Parece um recomeçar, este mês, que supostamente vem depois do verão mas é muitas vezes ainda mais quente. É o mês do regresso às aulas, do regresso ao trabalho e às coisas sérias. Para quem fez promessas de ano novo, é, se calhar, mais uma oportunidade de as retomar, seja retomar as caminhadas, as idas ao ginásio ou passar a beber menos e deixar de comer isto ou aquilo.
 
Para outros, mais jovens, é tempo de se inscreverem em atividades de grupos, seja equipas, seja aulas de música ou sei lá o quê. Eu gostava de me inscrever num as aulas de canto e noutras de piano, numas aulas de condução de mota e noutras de pesados, numas aulas de pastelaria e outras de sushi, numas aulas de eletricidade e noutras de golfe. Tem tudo a ver, não é?

terça-feira, 8 de março de 2016

Pequena homenagem no Dia da Mulher

 
Neste dia da Mulher, quero fazer um reconhecimento muito especial a uma mulher também ela muito especial - a minha irmã Nádia. Embora ela tenha sido um bocadinho o terror da minha infância - porque me batia, gozava comigo e não me queria junto dos seus amigos - ao mesmo tempo preocupando-se comigo, indo à minha procura se não me encontrava em casa - desde que crescemos que ela se tornou no meu anjo da guarda.
 
É aquela pessoa que sei que está lá para mim, a quem me queixo, com quem me rio, com quem partilho o que me acontece mas também o que quero, o que me ocorre, o que li, vi, senti. A que me conhece, a que me ouve e a quem oiço. A que me dá prendas, a que me deu dois sobrinhos espertos, meigos e como se não bastasse, lindos!
 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Soncent faz 10 anos!


Saibam que nesta manhã radiosa, neste dia sereno, neste mês decente, Soncent completa uns radiosos 10 anos de vida, com serenidade e com uma longevidade ativa bastante decente.
 
Estávamos nos idos de 2006 quando o Tey Fonseca Soares me perguntou porque era que eu não tinha um blog e fiquei a olhar para ele com cara de sargento na reserva e depois mudei a minha cara para a de um burro a olhar para um palácio e depois fiz-me da cor do burro quando foge. Saí a correr, entrei rápido numa sala qualquer (que poderá ter sido a do meu trabalho, ao lado do Palácio do Povo) e momentos depois (no dia seguinte, talvez) já eu estava a blogar.
 
E o resto da história, vocês conhecem-na...
 
(Foto do Adónis Ferreira)

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Feliz 2016

 
Entra fresquinho, este ano de tantas esperanças, depois de outro que pareceu trazer desgraças para meio mundo. Ou para o mundo inteiro, dependendo das perspetivas. Mas as coisas não estão fáceis ou simples por esse mundo fora - disse ela, cofiando o escasso bigode - que nas mulheres se chama buço.
 
Por cá, (entenda-se, cá neste blog, não por cá em Cabo Verde. Pode ser que por instantes, vocês tenham julgado que eu ia fazer uma análise do último ano, vir falar das tragédias, da chuva que choveu, dos preços que subiram, dos outros que desceram, quiçá, do veto, das manifestações, ou, mais fiel a este blog, dos livros lançados, ou, mais fiel ainda às minhas paixões, da música dada ao dia e dos filmes estreados, dos fios de cabelo branco que se me surgiram, por teima, das viagens, das coisas que escrevi, dos livros que afinal não lancei...
 
Lembra-me a conversa de duas tias:
- Este ano vocês já não vão à China?
- Isso foi no ano passado, minha querida. Este ano nós já não vamos é ao Japão.
E a cada ano, já não iam a algum sítio maravilhoso.
 
Por cá, retomou-se alguma dinâmica, choveu, vetou-se, desceram os preços do gasóleo e do gás mas nem por isso estou mais rica.
 
E finalmente, fará este blog a bonita idade de 10 anos e haverá mudanças...

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Cai o pano sobre o ano

 
Cai o pano sobre 2015.

Viva 2016 com as suas boas perspetivas, as suas possibilidades infindáveis, os seus sonhos envolvidos em algodão doce, as suas promessas firmes e outras que só dependerão de cada um de nós e chega destas conversas porque eu não me considero de lamechices.

Para trás ficou (se me permitem um registo mais pessoal) a minha adorada cadela Taska Txukelindra Buruntumas Barbosa. E veio a Tigra Cristina Simone Almeida Barbosa tentar preencher o vazio da primeira, junto do coração do MC e do meu.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Um ano de stand up comedy


Fez sábado um ano de stand-up comedy no Secreto Ibérico e o Enrique Alhinho convidou-nos a todos os que por lá passámos para irmos comer uma fatia de bolo - depois de partilharmos umas quantas piadas com o público.
 
É, eu gosto de anedotas. É assim. Vem do meu pai, claro, porque a minha mãe não só não as conta como, se lhe contamos uma particularmente divertida, ela demora algum tempo a tentar conter o riso, depois ri-se um bocadinho e depois admoesta-nos
 
Parva!
 
Por lhe termos conseguido arrancar uma gargalhada.
 
 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Apresentação do livro Fantasmas e Fantasias do Brumário

 
 
 
 


Aqui há umas semanas, fui uma dos coapresentadores, na Assomada. Como sempre, falei pouco. Ufa, ainda bem, porque dos outros não se pode dizer a mesma coisa, à exceção do Arménio, que não falou de todo.
Foi assim:

 “Pois é, madame, este é o leite de cobra mais fresco que encontrará no mercado.” Cito de cabeça.

 Foi este o “poema” que Arménio Vieira enviou para a coletânea de poesia chamada Destino di Bai que reuniu, em 2009, poesia inédita de Cabo Verde. Eu já não sei que poemas publiquei nesse livro; mas desta frase do Arménio não me esqueci, por ser tão curta e ao mesmo tempo, tão plena de humor, de audácia, por ser tão inesperada num livro de poesia. Ora, extrapolem, multipliquem, elaborem.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Morre o homem, fica a obra

Perdemos o Poeta Corsino Fortes. Ficamos com a sua memória gloriosa, de um homem garboso e elegante, com uma forma de ser tão agradável, tão educada, dono de uma pena brilhante. Brilhante!

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Da mesa redonda e outras redundâncias

Fui convidada para participar numa mesa redonda de escritores cabo-verdianos durante o Congresso Internacional da Associação de Lusitanistas, que decorreu em São Vicente, na semana passada (dia 22). Eu apareci lá de manhã, convocada de emergência quase, para vermos como seria a disposição de mesas e cadeiras. Estava a sair de uma sessão de fisioterapia pois faz hoje dois meses exatos, fui levantar uma bola de basket com os pés, feita jogadora de futebol e parti o meu pé esquerdo. 

(Ah, o pequeno ser humano e as suas pequenas descobertas acerca da vida. Não é enternecedor? Olha como ela descobriu a falta que faz um pé! E como ela começou um post para falar de uma mesa redonda de escritores e praticamente sem querer, já se prepara para contar tudo - T-U-D-O - sobre esse pezinho partido, quebrado, que ficou caído, debangado da perna e que tanto doeu mas que principalmente, tanto a prendeu em casa. Mas ela resiste! O ser humano é capaz de enormes resistências!)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Eu brinco, tu brincas?


E assim, enquanto faço coisas mil que não postar em Soncent, este mesmo Soncent aniversaria - a 27 de Janeiro, completando 7 anos.
 
Depois, vou eu à ilha mãe, que estava bonita de se ver: as rotundas em flor, a baía jubilosa, uns prédios do Casa para Todos de dar água na boca e um mar, um monte de caras conhecidas e sorrisos queridos.
 
Não houve Laginha para mim, não houve Calhau nem nada parecido - fui em serviço - mas houve uma das actividades que mais aprecio ultimamente - brincar. Abro as portas dos guarda-fatos. Identifico imediatamente as peças novas. Retiro-as do cabide, visto-as, vou ver-me ao espelho. Ponho-as de novo no lugar.
 
Experimento todos os sapatos. Ando com eles um bocadinho, é sempre uma decepção nova redescobrir que são demasiado grandes. Volto a arrumá-los. Depois vou à casa de banho, mexo e remexo nas caixas que revelam os seus segredos: cremes de rosto, cremes de corpo, cremes de mão, cremes de pé; maquilhagem sortida; frascos de géis de banho, máscaras hidratantes, pequenas amostras de perfumes, óleos de cabelo. Necessaires com bijutarias, com apliques de cabelo, bugigangas.
 
Depois vou às minhas gavetas, onde estão depositados as cartas dos idos anos 90 do século passado. Os meus cadernos do liceu, as roupinhas que já não me vestem, um estojo com peças soltas de sei lá o quê. Um estojo que usei no jardim de infância, uma carteira que a Tia Mercedes me fez na primária. Os originais de alguns dos meus contos, escritos na minha letra muito feia, num pedacinho de papel qualquer. Fotos.
 
E rejubilo-me, e sinto-me em paz, e sinto-me em casa.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

2013


É como um pato sai da água, sacudindo, arrepiado, as gotas geladas de Janeiro que entrou em boa companhia, que venho escrever este post à inauguração de 2013 neste blog velhinho, que caminha para os 7 anos, uma idade bonita e que me cai muito bem porque entre mim e o número 7 há uma relação de mútua afeição.

Dizia, venho com pele de galinha ao Soncent, venho de peito aberto e patas de urso dar-vos um abraço caloroso e muito peludo, depois de uma hibernação de um mês que aproveitei para rabiscar umas coisas cada vez mais esquisitas – que irei partilhar, claro – e atravessar fronteiras, ir apanhar frio a Lisboa, por motivos também eles românticos, não fosse eu um coala afectuoso, uma gata de colo, enfim, um mamífero a quem o leite deixou de bastar.

Por estes dias vocês terão sido já bafejados com muitos votos de muitas coisas boas, ele é bom ano, ele é boas entradas, ele é tudo de bom, ele é muita saúde, muito sucesso, muita alegria e amor, há mesmo quem deseje muito sexo, o que não deixa de ser bem avisado.

Eu, na senda de ser original, queria evitar repetir-vos a mesma coisa, embora desejando, do fundo do meu coraçãozinho, que os leitores de Soncent, os seus parentes e aderentes tenham, sim, um excelente ano de 2013, que sirva de referência para os anos vindouros como o ano em que nos divertimos mesmo que com coisas pequeninas, o ano em que decidimos olhar com atenção à nossa saúde, o ano em que nos aproximámos mais da nossa gente – ele é tios, ele é avós, ele é amigos e vizinhos, ele é os mais pobres que nós.

E o ano em que passamos a celebrar mais a alegria de estarmos vivos, em que vimos menos televisão mas nos rimos mais, em que nos sentámos uma vez por outra na soleira da nossa porta com os nossos filhos e lhes contámos histórias do tempo em que nós também erámos crianças.  

Então, sem medo de ser repetitiva porque é na repetição que assentamos a mensagem: Bom ano 2013 para vocês!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Esta época mágica

Esta época mágica, em que não está frio mas também já não faz aquele calor obsceno; estas manhãs mais cinzentas, às vezes com pinguinhos de chuva, às vezes só com uma brisa que sentimos vir lá de longe, uma brisa que passou por montanhas verdes, por cumes cheios de neve, por planícies cheias de bezerras branquinhas, vacas malhadas, quiçá um ou outro suíno gordo e cor-de-rosa; uma brisa enfim, que veio desde lá onde mora o tal do Pai Natal, que, como toda a gente sabe, mora numa casa de madeira entre dois rios, numa zona de moinhos de vento e moinhos d'água, numa zona com relva pelos joelhos e onde as andorinhas fazem os seus ninhos.
E esta brisa sopra-nos na cara e lembra-nos que Dezembro vem vindo, um mês de alegrias e famílias e celebrações e memórias de outras alegrias, outros seres queridos, outras celebrações. Então esta época, por ser tão mágica e querida, preenche-nos assim o coração e contamos os dias para que cheguem os dias mais importantes, esquecendo-nos que estes até são melhores, tantas vezes é melhor a antecipação que a coisa em si
E porque sim, porque estou com o coração cheio de antecipação e alegria que vos mando a todos um beijo soprado, leve mas quente, não aquele que queima mas do calor do pão quando está fresco e tiramos da padaria com um suspiro de satisfação.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O burro vence o elefante

A Embaixada Americana organizou ontem um cocktail em que o prato forte era a votação presidencial em que todos os presentes tomaram parte, que resultou, é claro, numa vitória ribombante de Barack Obama. Mas só hoje de manhã é que vi confirmada a vitória também nos EUA, o que mostra que estamos antenados e em harmoniosa sintonia com o povo americano.
 
Entretanto, a vitória é também celebrada pelos 4 cantos do mundo, desde o Japão (onde toda a gente sabe, o mundo começa) passando pela China (que é o meio do mundo e um mundo em si mesma) até aos outros 2 cantos (quais serão?)

A nação crioula, lá no território ou cá, parece estar toda ela também contente com os resultados. Eu estou.

terça-feira, 27 de março de 2012

Feliz dia da mulher crioula!

A todas as crioulas que andam por esse mundo fora a trabalhar para um mundo melhor, mostrando-se cada vez mais capazes, responsáveis, pilares das suas famílias e sociedades, vai um abraço do tamanho do mundo!