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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

A minha gente


Vai parecer anedota mas quando me ligaram a dizer que o meu poema "A minha gente" tinha sido escolhido para um livro que se chamaria "Os 100 melhores poemas de Cabo Verde", o que eu pensei foi:
Mas esse sequer é o melhor poema de Eileen Barbosa...

Mas quem escolhe assume todas as responsabilidades e na apresentação deste livro, que entretanto mudou de nome,  quando este poema foi lido e depois comentado, percebei porque é que tinha sido esse e não outro. É algo relacionado com o ser-se cabo-verdiano. Costumava crer que nunca refleti muito sobre o ser-se cabo-verdiano na minha escrita porque estava tão intrínseco em mim e porque sou geralmente escritora de ficção. Mas não é bem isso: penso agora que nos primeiros anos de escrita, a maior parte dos escribas escreve muito por influência de quem leu. E eu li muito mais escritores "ocidentais" que nacionais. 

quinta-feira, 30 de junho de 2016

My great influences in Literature


 
My work has had a number of great influences, the first of which was my mother. She used to read silently every night before sleeping. I slept with her and watched with envy, wondering how she could understand what was written on each page. I was intrigued and attracted by the written word. I remember, as a toddler, as my mother explained to me that each letter had a sound, each word a meaning. Some years later, when I started writing verses, she did not immediately believe they were mine. But as soon as she understood she had a small writer at home, she started motivating me and keeping my short poems.

Luís Fernando Veríssimo and Gabriel Garcia Marquez showed me that stories did not have to be real or even realistic; we can just let our imagination be the real thing. Finally, William Somerset Maugham may have been the greatest influence of all. I met his books at an earlier age and although he was the opposite of the other two authors who have influenced me, all too serious and formal, I loved how his writing allowed me to penetrate the soul of another human. For this exquisite voyeurism, I would repeatedly read his short stories and novels.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Ama por inteiro

"Quando se ama, naquele exacto segundo em que se ama, tem de se acreditar que é para sempre. Mais: tem de se ter a certeza de que é para sempre. Amar, mesmo que por segundos, mesmo que por instantes, é para sempre. E é isso, essa sensação de segundos ou de minutos ou de dias ou de horas ou de anos ou meses, que é para sempre. Ama. Ama por inteiro. Ama sem nada pelo meio. Ama, ama, ama, ama. Ama. Porque é só por aquilo que te faz perder a respiração que vale a pena respirar."

Pedro Chagas Freitas

segunda-feira, 14 de março de 2016

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Resenha crítica de Two Fragments of Love

Um dia, casualmente navegando na net, encontrei, quase sem procurar (isto tudo já parece 1 de abril) uma resenha crítica de um trabalho meu também casualmente publicado em Africa39, que só por razões de memória coletiva (as minhas) eu publicarei cá no blog.
 
Sabem? A mim, as críticas quase nunca são vociferadas; nem mesmo ditas. Um ou outro partilhou comigo, num sábado à tarde, três, quatro linhas. Sei-os de cor (os críticos, não as linhas). (Ok, também as linhas!). A maior parte nem sussurradas mas deu.
 
Então, estas imensas considerações sobre o meu trabalho deixaram-me a modos que de boca aberta e olhos em bico e um fio de baba a escorrer-me pelo queixo (feminino, redondo, ligeiramente torto e flagelado mas amoroso) até à blusa (não de cambraia, não de seda, apenas uma imitação de bom gosto e preço acessível) até à ponta do pé (torto mas pequeno).

READING THE AFRICA39 ANTHOLOGY: “TWO FRAGMENTS OF LOVE” BY EILEEN ALMEIDA BARBOSA.

 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Apresentação do livro Fantasmas e Fantasias do Brumário

 
 
 
 


Aqui há umas semanas, fui uma dos coapresentadores, na Assomada. Como sempre, falei pouco. Ufa, ainda bem, porque dos outros não se pode dizer a mesma coisa, à exceção do Arménio, que não falou de todo.
Foi assim:

 “Pois é, madame, este é o leite de cobra mais fresco que encontrará no mercado.” Cito de cabeça.

 Foi este o “poema” que Arménio Vieira enviou para a coletânea de poesia chamada Destino di Bai que reuniu, em 2009, poesia inédita de Cabo Verde. Eu já não sei que poemas publiquei nesse livro; mas desta frase do Arménio não me esqueci, por ser tão curta e ao mesmo tempo, tão plena de humor, de audácia, por ser tão inesperada num livro de poesia. Ora, extrapolem, multipliquem, elaborem.

terça-feira, 18 de março de 2014

Biografias

 
Nunca tinha sido de ler biografias um bocado porque nunca me tinha encontrado com elas, eu que a maior parte da vida li assim meio à toa, li os livros que vieram ter comigo, que caíram das estantes quando lhes pus os olhos em cima. 

Uma que recentemente fez um barulhão para que a levasse foi a do Steve Jobs. Tanto insistiu que a levei comigo e se no começo, custou a arrancar, depois arrancou foi bem e andei a falar a todos do Jobs durante uns tempos até me chamarem a atenção. Vocês não precisam que o recomende, pois não? Está visto que é obrigatório de se ler, e ando há umas semanas a ver o filme. De cada vez vejo uns dez minutos, penso "isto no livro não era assim" e da próxima vez tenho que rebobinar até me lembrar de onde estava. 

Agora estou a ler o Longo Caminho para a Liberdade e o que mais me surpreendeu é a simplicidade da escrita de Nelson Mandela. Não sei se imaginei que ele cairia na tentação de uma escrita mais elaborada apenas por lhe ser mais fácil. Mas ele consegue contar a história com palavras que usamos no dia a dia e vejo-me imersa, de algum modo, naquelas dias escuros da África do Sul. Com o suspense de quem vivia nesses dias, que é um dos grandes indicadores de um bom romance, ficcional ou não. Ou de uma boa biografia. 


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Paleio a meio da manhã.

Às pessoas que torcem o nariz quando lhes digo que o meu segundo e terceiro livros serão de contos, digo-lhes que estes são tão literários como os romances. Enfim, defendo o conto como uma contista. Enfim, não confesso que não tenho fôlego para um romance. 

Mas já tive um romance quase que escrito. Alinhavado. A quatro mãos. 

Tudo aconteceu quando estava em Faro, a licenciar-me e correspondia-me com um mestrando ou doutorando - já nem sei - que se encontrava em Lisboa. Não nos escrevíamos todos os dias, havia alguma espera, mas escrevíamos sobre tudo - amores e desamores, a escola, a vida, a filosofia, a política, a poesia. Ele era a voz do mais velho, que me aconselhava, que me ouvia, mas era também aquele que vivia através das minhas palavras: deleitava-se com a minha vida, com as descrições que eu fazia do ambiente de estudantes, de uma cidade diferente, dos meus casos. Beijava com a minha boca, via com os meus olhos, tinha a experiência de uma estudante universitária em Portugal que ele nunca poderia ter tido. 

De maneira que quando peguei em quatro anos de e-mails trocados, pensei em fazer mais um livro de Cartas-trocadas-entre-fulano-e-sicrana, mas... os conteúdos eram tão reveladores, tão íntimos e pessoais e sinceros que eu lhe daria cabo pelo menos do casamento, se não fosse da sua reputação e sei lá do quê mais. 

Este paleio todo porque de um certo ponto de vista enviesado, só não sou romancista para proteger terceiros, o que é sempre uma forma muito honrada de não se ser autor. 

terça-feira, 3 de abril de 2012

A descoberta do Eça

Durante alguns anos, dormi com a minha mãe. Ela lia um bom bocado antes de adormecer. Lembro-me que era muito novinha e já o maior mistério para mim era isso da leitura. Eu perguntava à minha mãe como é que ela conseguia saber o que se dizia no livro. E ela respondeu-me uma vez que cada letra tinha um som, e que juntas, formavam uma palavra. Que vontade que eu tinha de também poder ler! Assim que aprendi a ler, abriu-se o mundo: lia tudo! Dos cartazes na rua, aos ingredientes da manteiga, passando claro, pelos livros que encontrei em casa, e pelos tráficos de livros de quadradinhos com amigos. E assim, enquanto vários colegas passaram a juventude a praticar desportos ou a ver televisão, eu passava tardes inteiras no sofá, a “queimar as pestanas”.

 
Foi assim, nas idas e voltas de volumes, que se me apresentou o Crime do Padre Amaro. Devo dizer que tinha na altura um grande preconceito contra tudo o que fosse escritor português. Os meus amigos mais velhos torciam a cara quando falavam do Primo Basílio, leitura obrigatória no 5º ano do liceu. De maneira que no carregamento em que o Crime veio, deixei-o para o fim, e quando peguei nele, foi com tanto descrédito que ainda olhei à volta para ver se não me sobrara mesmo mais nada. Mas depois que comecei, não parei mais. O Crime do Padre Amaro, hoje em dia célebre graças a um par de filmes, era, para uma adolescente dos anos 90, uma história para se ler quase às escondidas e depois contar às amigas. Era muito real, muito misteriosa e sensual e com um delicioso sabor a proibido.

Depois disso, apareceu-me A Relíquia, com que me diverti imenso e cuja história conto às pessoas, em jeito de anedota, até hoje. Em A Relíquia, um órfão vai viver com uma tia, que é tão rica como beata, e muito pouco carinhosa. O nosso herói chega à conclusão que para ficar com a fortuna da tia já idosa, terá que a convencer que será igual ela deixar a sua herança à igreja ou ao sobrinho. Este finge então ser mais beato ainda que ela, saindo na boémia mas perfumando-se de fumo de incenso antes de entrar em casa. É afinal perdido por um erro que comete, ao trocar os embrulhos de uma coroa de espinhos, com que ele convenceria a tia de ser a que Jesus levara na cabeça, como a prenda que queria dar a uma prostituta, uma camisola de dormir de seda.

Fotografia da net

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Equador



Psit! Estou a ler Equador outra vez. Parece melhor que das duas outras. Será que há livros que vão melhorando com o tempo, enquanto descansam no escuro das prateleiras? As letras vão trocando de lugar, reagrupando-se, interagindo, afinando os seus sons, tornando-se numa melodia superior à imaginada pelo autor?

Ou serei eu, que ando a ler demasiados livros em inglês e por isso, esquecendo o encanto que tem a língua portuguesa?

Ou é o Miguel Sousa Tavares, tal como o Garcia Marques, a escrever por camadas, na primeira leitura fica-nos a história, na segunda, o sentimento, na terceira, a beleza da literatura? E quando mais lemos, mais apreciamos o género até que começamos a clamar, em uníssono, Nóbel, Nóbel, Nóbel!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

The Help

“Entretenimento despreocupado de algumas horas, mas para não ser levado muito a sério: The Help”.

Coff coff coff (tosse embaraçada)

 
Por estes dias, e por insistência da Nádia, dei uma segunda chance  a um livro cujas primeiras linhas não me tinham despertado curiosidade nenhuma: The Help.  Confesso que tenho errado depontaria imenso, mas acontece sobretudo com filmes.
...

Uma pessoa vem em toda a sua ingenuidade escrever sobre um livro que leu, sobre o que ele lhe despertou. Não se lembrando do nome da autora, resolve meter o título no Google e rapidamente a Wikipédia faz-nos ver o ridículo das nossas pretensões. Por que haveriam vocês de ler as minhas impressões quando muito rapidamente, na net, já se disse praticamente tudo sobre o livro?


Mais: avançando na leitura, descobrimos que as visadas criticaram a obra, que ela afinal pouco descreve do que procurava descrever. Fico esvaziada de assunto, agora teria que fazer um post minúsculo, dizendo apenas “Entretenimento despreocupado de algumas horas, mas para não ser levado muito a sério: The Help”.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Mulheres boazinhas não enriquecem

 
Entre romances e revistas, aparece-me às vezes um ou outro livro mais técnico, que papo enquanto como. Como sempre com um livro à frente, a não ser que tenha convivas.

O que estou a ler agora chama-se "Mulheres boazinhas não enriquecem". Eu nunca tinha pensado em enriquecer, nem sou dos que dizem que de que vale ser rico se na vida o que tem valor são pequenas coisas - uma pequena mansão, um pequeno yate, dois pequenos ferraris... nada disso.

Não tenho luxos... mas ser rica, segundo a autora (Lois P. Frankell), não é ter rios de dinheiro ululando na conta - a metáfora é minha... - mas sim o dinheiro suficiente para termos as coisas que desejamos e enfrentarmos adversidades como cairmos da bicicleta no momento em que se aproximava o pai natal e nos passa com o trenó em cima - os desenhos animados são meus.

Isto pode não dizer nada de especial aos hombres - mas a autora afirma e assino em baixo que as mulheres recebem tantas mensagens contraditórias que não costumam preocupar-se com enriquecer tanto como se preocupam com ajudar os outros e serem boazinhas.


Eu tento ao máximo não ser boazinha.
Quando o meu instinto manda-me ser, eu sento-me e espero que passe a vontade...


Pelo que uma decisão para o próximo já cá canta: vou enriquecer. Objectivo: uma viagem internacional e duas nacionais pelo menos, por ano.

Foto da net

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O amor nos tempos da cólera - O filme




Enfim, o filme. O amor nos tempos da cólera, na estante do Marabu, fez-me dar um grito histérico e pu-lo logo debaixo do braço, e pensei: Vou enfurecer-me. Muito! E enfureci-me muito, mesmo!


Porque li o livro umas dez vezes e ninguém conseguiria realizar o filme a ponto de me agradar, a não ser se o fizessem um seriado tão à risca... E que durasse uns dias, género a série 24.

Posto isto, vamos a umas pobres considerações:


Mesmo que fizessem a série, eu reconheço que ainda assim eu reclamaria dos olhos de Fermina que eu imaginei sempre castanhos, do jeito afinal nada funerário de Florentino, da falta de sentimento dos actores em relação às personagens tão queridas! Fermina era bem mais decidida e malcriada no livro; Florentino, no filme, mostra uma alegria e vivacidade que nunca encontrou nas páginas de Garcia Márques. No livro, o nosso médico é mais simpático...


Outros pormaiores: América Vincuna tinha cabelos longos (Florentino desfazia-lhe as tranças antes do sexo e voltava a fazê-las para a levar à escola). O pai de Fermina era gordo e barbudo.


Leona Cassiana sequer entra no filme, mas isso, claro , é compreensível.


(Aqui, a autora vai ao wikipédia e descobre que não foi a única a não gostar do filme: houve até um crítico que disse "esqueçam o filme e releiam o livro"!)


Está tudo dito.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Novo livro da Fátima lançado em Soncent

Houve ontem o lançamento da novel obra de Fátima Bettencourt, Lugar de suor, pão e lágrimas, no CCM. Não estava muita gente, mas quem lá estava dignificou o evento e comprou o livro de capa dura muito bonita.

Eu tenho muita amizade pela Fátima, que conheci por telefone, pois foi ela quem me disse que eu tinha ganho os prémios Pantera e portanto, foi ela a "assistir" aos pulos que dei na marquise nessa tarde. Já tinha lido o Semear em Pó, que é um livro muito bom. Ia dizer livrinho, porque é estreito, mas lembrei-me que ontem mesmo na apresentação, a Ana Cordeiro ter dito (acerca de uma das crónicas do livro) que a autora fala de apresentações de livros feitas pro autores em que o apresentador chama de "livrinho" às obras, com mau significado, claro, o que não era nada a minha intenção.

P.S. Agradeço a oportunidade de usar a expressão "novel" da qual muito gosto e aproveito para fazer uma dedicatória aos meus pais, às minhas irmãs, radicadas na América, aos meus tios em Africa, América e Europa e à equipa de pingue pongue da Coobital, em Faro.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Da mão para a boca - de Paul Auster



O Guijó, que é uma pessoa tão interessada que é uma raridade nesta ilha de conversas vãs, emprestou-me um livro do Paul Auster completamente diferente do que eu tinha lido dele. Ele é conhecido pelos contos do absurdo, e eu já tinha lido uns três trabalhos dele - inclusive um em que ele se mete a si próprio na história, que é intrincada, misteriosa, e termina e ficámos a pensar "ué!" - mas este livro - Da mão para a boca - é uma biografia dele, em que ele conta a sua vida até lançar o seu primeiro livro.

Lê-se mesmo muito bem!!

Muito interessante, escrito numa linguagem muito clara e directa, muito honesta, por assim dizer, porque eu não sei o que ele escondeu. Confesso que queria encontrar algo mais da sua vida privada... heheh, muito cusca, eu!, ele descreve as vicissitudes por que passou, falta de dinheiro, falta de espírito de negócio... Até criou um jogo de beisebol com cartas, mas que não deu em nada.

Fez-me também pensar que não tenho esse espírito - o que pode ser um bom auspício para a minha carreira literária...

Mas pelo sim ou pelo não: vocês já compraram Eileenístico?

hehehe

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Servidão Humana - um princípio da sugestão do César



Estou a ler Servidão Humana, nº1 da lista do Ivan. Ainda não devia falar dele, porque não terminei a sua leitura, mas mesmo que a partir de agora, a qualidade do livro venha por ali abaixo, já não se pode tornar mau. Vou falar é com medo, porque sei que se digo algo a mais, o Ivan põe-me de parte.

Não é uma boa tradução, a que tenho, e a edição é tão má que tem pequenos erros de Português. É também um livro em que o Maugham não se preocupou com a beleza da linguagem, mas é uma história tão envolvente, e os discursos e as opiniões são tão ricas, e tão prementes, que nos apaixonamos pelo livro. E posso estar no trabalho, mas a minha vontade é ir para casa a pôr-me a ler mais umas tantas horas. Aconselho-o vivamente!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

A lista e sugestãos de César Brutus

Oi pessoal!

Porque eu amo Livros, respondendo ao apelo de Eileen, tomei a liberdade de colocar os romances, apenas,que me marcaram. Fi-lo por ordem de preferência e antevendo que tinha o tempo suficiente de vida para reler apenas vinte romances.Quando lesse o último morreria: havendo, no entanto, o perigo de morrer a meio da primeira, terceira ou quinta leitura! Assim sendo, as leituras seriam as seguintes ( por ordem de preferência):

1 Crime e Castigo- Fiódor Dostoievski
2 Cem anos de Solidão- García Márquez
3 Guerra e Paz- Leão Tolstoi
4 Werther- Wolfgang Goethe
5 Margarita e o Mestre- Michael Bulgacov
6 O Perfume- Patrick Suskind
7 D. Quixote de La Mancha- Miguel de Cervantes
8 O Conde de Monte Cristo- Alexandre Dumas
9 Madame Bovary- Cristopher Lambert
10 A Mãe- Maximo Gorgui
11 Os Irmãos Karamazov- Fiódor Dostoievski
12 Um, Ninguém e Cem Mil- Luigi Pirandello
13 O Velho e o Mar- Ernest Hemingway
14 Crónicas de Uma Morte Anunciada- García Márquez
15 Cadernos da Casa Morta- Fiódor Dostoievski
16 Metamorfose- Franz kafka
17 O processo- Franz Kafka
18 O Estrangeiro- Albert Camus
19 Cândido o Ingénuo- Voltaire

Se chegado aqui ainda não morresse, então votaria a ler:

20 Crime e castigo- Fiódor Dostoievski

Porque vejo a literatura como uma arte sublime, e os romances, enquanto tal, como entidades vivas e autónomas do autor, lanço um desafio:
Que tal falarmos um pouco, em pequeninas, mas condensadas dissertações(atendendo a que estamos num blogue) sobre os livros que nos marcaram!!!?Falaríamos das razões porque cada livro nos marcou: quando o lemos pela primeira vez, das interacções, e do porquê de as consideramos "universais" leituras obrigatórias.

Sucessos para o blogue, e continue a cultivar o hábito de leitura.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

A lista do Djinho Barbosa

1. Managing from the Heart - Hyler Bracey

2. A Insustentável leveza do Ser – Milan Kundera

3. Bury my heart at wounded knee – Dee Brown

4. Konfison na Finata – Kaká Barbosa

5. Assomada Noturna – José Luis Hopfer

5. A pratica da Arte – Anthoni Tapies

A lista do João Branco

1. Amor em tempos de cólera - Gabriel Garcia Marquez
2. Todos os Nomes - José Saramago
3. Paula - Isabel Allende
4. O Nome da Rosa - Humberto Eco
5. A Tempestade - William Shakespeare
6. Os Dois Irmãos - Germano Almeida
7. Rosa do Mundo / 2001 poemas para o futuro - vários autores
8. Equador - Miguel Sousa Tavares
9. Insustentável Leveza do Ser - Milan Kundera
10. O Perfume – Patrick Suskind
11. Por quem os sinos dobram - Ernest Hemingway
12. A Porta Aberta - Peter Brook
13. A Metamorfose - Kafka
14. O senhor das Ilhas - Isabel Barreno
15. Agreste Matéria Mundo - José Luís Tavares
16. No Inferno - Arménio Vieira
17. Toda a poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen
18. Contos do Gin-Tonic – Mário-Henrique Leiria
19. As Virgens Loucas - Aurélio Gonçalves
20. Rei Lear - William Shakespeare