sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Boas entradas
2008 à porta, que trará ele? Deixo-vos com as vossas análises, que também tenho as minha para fazer... Muito boas entradas, celebrem, dancem, abracem-se e beijem muito, tal como dizem os brasileiros. Cá em Soncent, já se sabe, a coisa faz-se na Avenida Marginal, com fogo de artifício, buzinas, às vezes música e muita alegria.
Há também festas para todos os gostos e orçamentos. Só para dar uma ideia, ao pé da marina há uma festa de 10 contos (casal) a do Porto Grande custará 7.500, a do Canal, 5 mil, a da Armada Japonesa, 3 mil. Há ainda a festa do Clube de Golfe, do Mindel Hotel, da Caravela, do Syrius...
Um beijão até para o ano!
Há também festas para todos os gostos e orçamentos. Só para dar uma ideia, ao pé da marina há uma festa de 10 contos (casal) a do Porto Grande custará 7.500, a do Canal, 5 mil, a da Armada Japonesa, 3 mil. Há ainda a festa do Clube de Golfe, do Mindel Hotel, da Caravela, do Syrius...
Um beijão até para o ano!
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
E se, de repente, o ano acaba?
Façam os balanços, as revisões, as menções honrosas de 2007.
E as promessas para 2008.
E cumpram-nas, para variar...
E as promessas para 2008.
E cumpram-nas, para variar...
Conversa de bar IV
Devem estar a doer, os dedos dos lojistas, de tanto contar notas e moedas nesta época... e estarão neste momento a arrumar espaço para mais notas, quando a febre de roupa e sapatos novos apertar, para a festança do fim-do-ano.
O dinheiro muda de mãos, isto é sempre bom. Mas que andamos nós a fazer, a correr desesperados às lojas para arranjar lembracinhas e prendinhas para adultos, coisinhas que, na sua maior parte, irão para o fundo do guardafato, à espera de não sei quê?
E as donas de casa, enfurnadas no forno fazendo frituras e fornadas de filhoses e farofas com facões nas mãos. Perdendo horas e horas a cozinhar calorias?
E casas que parecem bordéis de tanta luz...
Ou estarei amarga?
O dinheiro muda de mãos, isto é sempre bom. Mas que andamos nós a fazer, a correr desesperados às lojas para arranjar lembracinhas e prendinhas para adultos, coisinhas que, na sua maior parte, irão para o fundo do guardafato, à espera de não sei quê?
E as donas de casa, enfurnadas no forno fazendo frituras e fornadas de filhoses e farofas com facões nas mãos. Perdendo horas e horas a cozinhar calorias?
E casas que parecem bordéis de tanta luz...
Ou estarei amarga?
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Feliz Natal
Aqui vive-se bem
Está a decorrer um torneio de ténis no Clube de Ténis cá do Mindelo e ontem à noite fui ver umas tacadas. O Clube de Ténis, para quem não sabe, é um lugar muito agradável, com três quadras e "densa" vegetação, comum nessa área, visto que há lá muita água (eram aí as salinas). Estavam lá outras pessoas a ver, não mais que dez.
A noite, muito agradável, fresca, mas nada fria. Estava tudo tão bom e aprazível, que me lembrei de pensar que vive-se cá mesmo muito bem...
Joga-se ténis à noite, com um clima agradável, não é preciso ter-se muito dinheiro para o fazer, e vai-se ver o jogo sem pagar, é-se bem recebido, sentimos o calor humano das pessoas, a vontade de confraternizar...
E damos isto tudo por adquirido, até que saímos do país, e não encontramos esta morabeza lá fora. Quando, por exemplo, falamos com alguém por vinte minutos à porta da sua casa e essa pessoa não se lembra de nos convidar para entrar. Nesses momentos é que entendemos porque é que os nossos vistantes vão-se embora tão encantados connosco.
Cedros apodrecidos - II
Estranho. Nesta altura, já não era para eu estar vivo. Tenho a certeza que a qualquer momento, a Nádia me tenta matar. Até passei por brasas, e acordei com medo de já estar morto. Mas também, cansado como estava… deve estar à espera do momento em que estivermos quase a sair para me dar o golpe final. Se sairmos. Meu Deus, já nem sei onde é o norte ou o sul. A cada momento, penso que vou pôr o pé num lodaçal que me puxará e a Nádia apenas ficará a ver-me morrer, enquanto se ri, ri… eu poderia dar cabo dela agora mesmo e lançar o corpo para um charco desses. Se não afundasse, os próprios animais a fariam desaparecer. E até Deus me perdoaria. Ele mesmo o faria. O que a Nádia fez foi imperdoável. E conheço-a desde puto, meu Deus! Quem diria que um dia se transformaria neste monstro! Tão inteligente, tão bonita! A única com quem todos os meus princípios vacilavam. Sempre desafiando a minha fé. No entanto…
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