Soncent

Soncent

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Picnik



Na pausa do almoço, vai-se fazer um picnik num sítio ermo de Soncent. Quem é que acerta com o nome do local?

Conversas de bar IV

Há algum estudo antropológico das origens do Carnaval em Cabo Verde que ajude a justificar a verdadeira paixão deste povo pelo entrudo? A forma como quase toda a gente parece estar disposta a gastar fortunas, envolver-se durante semanas em projectos que durarão umas horas? De onde vem toda esta energia que, se canalizada também para outros fins, nos empurraria um pouco mais para a frente?

Eu não tenho essa energia toda, mas que o tocar dos tambores mexe com os meus pés, lá isso mexe...

Servidão Humana - um princípio da sugestão do César



Estou a ler Servidão Humana, nº1 da lista do Ivan. Ainda não devia falar dele, porque não terminei a sua leitura, mas mesmo que a partir de agora, a qualidade do livro venha por ali abaixo, já não se pode tornar mau. Vou falar é com medo, porque sei que se digo algo a mais, o Ivan põe-me de parte.

Não é uma boa tradução, a que tenho, e a edição é tão má que tem pequenos erros de Português. É também um livro em que o Maugham não se preocupou com a beleza da linguagem, mas é uma história tão envolvente, e os discursos e as opiniões são tão ricas, e tão prementes, que nos apaixonamos pelo livro. E posso estar no trabalho, mas a minha vontade é ir para casa a pôr-me a ler mais umas tantas horas. Aconselho-o vivamente!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Tambores

Tambores.
Selvagens sujos, de preto, agressivos, medonhos.
Tambores.
Multidões frenéticas, imbuídas de tremores tribais.
Tambores.
Risos.
Tambores.
Esgares
E dores.
Tambores.
Tambores (imaginem o som dos surdos - tambores - TAMBORES!)
E agora,
uma palavra
que rime
com Carnaval

Agora,
imagine os
...
(ritmo: 3-4-3)
...
e os
...
2-2, vamos lá


(Ia dar um show. Compunha agora mesmo uma orquestra de tambores, num poema, mandava no ritmo, mandava no volume, ajeitava a luva branca, mas e os nomes dos instrumentos, cadê?)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

2 anos de Soncent

Soncent fez ontem, Domingo, dois anos. Aliás: ontem, dia 27, fez dois anos que criei Soncent. Não estive cá a blogar que nem louca varrida, a procurar fotos de velas e bolos virtuais porque estava numa festinha de anos, de um ente muito querido. Mas sem velas e bolos.

Estatisticamente, são 474 posts, um sem número de leitores, imensos comentários, meia dúzia de tempestades em copos de água, umas quantas emisões na estrada, relatos na primeira pessoa de prémios e publicações (para rimar com prémios, mas foi uma publicação só, heheh), contribuições de muitos cantos, a descoberta de que Soncent é lido em quase todos os continentes; testemunhamos o nascimento de novos blogs que nos dizem qualquer coisa e o abandono de outros tantos, com muita pena. Enfim.

Soncent só não tem é um fim à vista...

Gostava de fazer uma retrospectiva da própria ilha, nestes dois anos, mas... será que sou capaz?

A lista e sugestãos de César Brutus

Oi pessoal!

Porque eu amo Livros, respondendo ao apelo de Eileen, tomei a liberdade de colocar os romances, apenas,que me marcaram. Fi-lo por ordem de preferência e antevendo que tinha o tempo suficiente de vida para reler apenas vinte romances.Quando lesse o último morreria: havendo, no entanto, o perigo de morrer a meio da primeira, terceira ou quinta leitura! Assim sendo, as leituras seriam as seguintes ( por ordem de preferência):

1 Crime e Castigo- Fiódor Dostoievski
2 Cem anos de Solidão- García Márquez
3 Guerra e Paz- Leão Tolstoi
4 Werther- Wolfgang Goethe
5 Margarita e o Mestre- Michael Bulgacov
6 O Perfume- Patrick Suskind
7 D. Quixote de La Mancha- Miguel de Cervantes
8 O Conde de Monte Cristo- Alexandre Dumas
9 Madame Bovary- Cristopher Lambert
10 A Mãe- Maximo Gorgui
11 Os Irmãos Karamazov- Fiódor Dostoievski
12 Um, Ninguém e Cem Mil- Luigi Pirandello
13 O Velho e o Mar- Ernest Hemingway
14 Crónicas de Uma Morte Anunciada- García Márquez
15 Cadernos da Casa Morta- Fiódor Dostoievski
16 Metamorfose- Franz kafka
17 O processo- Franz Kafka
18 O Estrangeiro- Albert Camus
19 Cândido o Ingénuo- Voltaire

Se chegado aqui ainda não morresse, então votaria a ler:

20 Crime e castigo- Fiódor Dostoievski

Porque vejo a literatura como uma arte sublime, e os romances, enquanto tal, como entidades vivas e autónomas do autor, lanço um desafio:
Que tal falarmos um pouco, em pequeninas, mas condensadas dissertações(atendendo a que estamos num blogue) sobre os livros que nos marcaram!!!?Falaríamos das razões porque cada livro nos marcou: quando o lemos pela primeira vez, das interacções, e do porquê de as consideramos "universais" leituras obrigatórias.

Sucessos para o blogue, e continue a cultivar o hábito de leitura.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

A lista do Djinho Barbosa

1. Managing from the Heart - Hyler Bracey

2. A Insustentável leveza do Ser – Milan Kundera

3. Bury my heart at wounded knee – Dee Brown

4. Konfison na Finata – Kaká Barbosa

5. Assomada Noturna – José Luis Hopfer

5. A pratica da Arte – Anthoni Tapies