Medo do poema, medo do sistema, vamos parar o tempo e olhar o mar, imaginar ser onda e por aí vagar. Sodad de bo, mim, mim sô, andar para a frente às vezes com dor. Olha a onda, cai o lema, olha a Vanda, essa lesma. Pára o tempo, essa cor, sobe no vento, esse amor. Rima o alarido, pai do fonema, faz do conjunto, um par de dedos. Ao alto. Quem me ditou o plágio, quem forçou o elástico? Sem gente, sem dengue, mata o mosquito da plebe. Poço e alimárias, bebam no vácuo.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Resposta inteligente
Um mecânico estava a desmontar o motor de uma mota, quando repara num cirurgião cardiologista muito conhecido a vê-lo trabalhar.
O mecânico pára e pergunta:- O doutor vai-me desculpar mas... posso-lhe fazer uma pergunta?
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e aproxima-se da mota em que o mecânico estava a trabalhar.
O mecânico levanta-se e diz:
- Doutor, olhe este motor. Eu abro-lhe o coração, tiro-lhe as válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho-o novamente e, quando termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando o nosso trabalho é praticamente o mesmo?
O cirurgião sorri, inclina-se e diz baixinho ao mecânico:
- Tente lá fazer isso com o motor a funcionar !
O mecânico pára e pergunta:- O doutor vai-me desculpar mas... posso-lhe fazer uma pergunta?
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e aproxima-se da mota em que o mecânico estava a trabalhar.
O mecânico levanta-se e diz:
- Doutor, olhe este motor. Eu abro-lhe o coração, tiro-lhe as válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho-o novamente e, quando termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando o nosso trabalho é praticamente o mesmo?
O cirurgião sorri, inclina-se e diz baixinho ao mecânico:
- Tente lá fazer isso com o motor a funcionar !
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
Grito do alto do Big Ben
Para mim, nove e tal não é hora, nem serve dizer entre as quatro e as cinco, ou por volta das dez, mais tarde, depois do jogo, antes da novela. Para mim, se for hora, tem que vir escrita no relógio: é às sete e um quarto (o que tem que significar sempre "em ponto").
...
...E muito custa ser assim...
...
...E muito custa ser assim...
quarta-feira, 17 de junho de 2009
100 cafeanas e venham mais
O João Branco comemorou 100 declarações cafeanas e está de parabéns. Não conheço quem mais blogue como ele, com tanta energia, variedade de temas, fotos, curiosidades. Uma vez disse-lhe qualquer coisa relacionada com ele passar várias horas à frente do PC à procura de coisas para pôr no Café, ao que ele me disse que não, que o actualizava numa hora, mas que passava as outras 23 a pensar no que iria lá postar.
Devo dizer que o surgimento do Café Margoso pareceu-me sempre um bocadinho com a abertura de um grande hipermercado numa cidade - fiquei a sentir que tinha uma mercearia de zona, sem brilho nem esplendor, nem frequência de postagens. Senti isto durante muito tempo. Mas hoje, quando comecei a escrever este blog, convenci-me de que não tenho uma mercearia qualquer. Tenho uma lojinha de enchidos.
Ou isso, ou a loja de venda de livros de viagem que o Hugh Grant mantinha e sabe-se lá como sobrevivia.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Fora da lei
Eu não sei abandonar
Talvez
Nem parar de amar
De vez
Eu não sei esquecer
Assim
Não sei passar a dizer
Enfim!
Não sei chorar
Uma vez só
Não sei clamar
Sem voz
Não sei reclamar
Sem guerra
Não sei respirar
Pela guelra
Não sei ser apática
E fina
Não sei ser simpática
E boa menina
Tantas coisas
Não sei
Só sei da minha sina
Amar-te,
E ser fora da lei.
18 de Junho de 2006
Talvez
Nem parar de amar
De vez
Eu não sei esquecer
Assim
Não sei passar a dizer
Enfim!
Não sei chorar
Uma vez só
Não sei clamar
Sem voz
Não sei reclamar
Sem guerra
Não sei respirar
Pela guelra
Não sei ser apática
E fina
Não sei ser simpática
E boa menina
Tantas coisas
Não sei
Só sei da minha sina
Amar-te,
E ser fora da lei.
18 de Junho de 2006
Laginha
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