quarta-feira, 2 de setembro de 2015
Bebi-te
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
As lágrimas saltam
Nesta segunda molhada
As lágrimas saltamDos olhos aos óculos,
E salgam os sulcos
Do rosto tristeE o cinzento condiz
Com os ânimos de quem perdeu
Tão jovem, o Dénis.
Estar entre nós
E ninguém nos disse.
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Matar o PT
Às vezes há que matar o
português. Para escreveres tal como ouves. Tal como te dita o grilo falante,
tens que matar o português, dar-lhe com um pau na cabeça. Mata-o, afoga-o.
Escreve o que queres, como queres.
Abandono
Votar-me-ei enfim aos
teus sorrisos nunca rasgados, réus dos meus julgamentos nunca sábios.
Apresentação do livro Fantasmas e Fantasias do Brumário
Aqui há umas semanas, fui uma dos coapresentadores, na
Assomada. Como sempre, falei pouco. Ufa, ainda bem, porque dos outros não se
pode dizer a mesma coisa, à exceção do Arménio, que não falou de todo.
Foi assim: sexta-feira, 24 de julho de 2015
Apagam-se as luzes
Apagam-se, uma a uma,
as luzes que nos alumiavam.
Vai descendo,
devagar,
a bandeira,
pelo seu mastro menos reto.
Antes que a última luz morra,
vemos por terra, a bandeira.
Morre o homem, fica a obra
Perdemos o Poeta Corsino Fortes. Ficamos com a sua memória gloriosa, de um homem garboso e elegante, com uma forma de ser tão agradável, tão educada, dono de uma pena brilhante. Brilhante!
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