Soncent

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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Suidide Squad

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Há muito que não tinha visto um filme tão mau e tão disparatado como Suicide Squad, que por ter um trailer tão bonito e com uma música fantástica, me pôs na ponta da cadeira durante mais de um ano, à espreita da sua estreia.
 
Eu e o Will Smith vamos ter que ter uma conversinha... a não ser que ele queira dividir o cachet comigo, e mesmo assim, puxo-lhe pelas orelhas enquanto arrumo os dólares todos nos bolsos, no cinto, no sutien, dentro do sapato e nas tranças do meu mui longo cabelo.  

sexta-feira, 18 de março de 2016

You had me at hello

"You had me at hello!" é uma das frases mais icónicas do cinema moderno, por sinal de um filme que conseguiu pôr outra famosa frase na boca de todos: "Show me the Money!"
 
Mas a primeira tem uma beleza fantástica, não só pela sua musicalidade mas por todo o sentido que tem no filme e quando é repetida, significando qualquer coisa como: "Apresentaste tantos argumentos quando eu já estava convencida praticamente à partida."

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Filmes na madrugada

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Tenho visto uns quantos filmes por estes dias, alguns com muitas violência e pouco moral, o que se classifica, se não me engano, de violência gratuita, não por não pagar nada, mas por ser desnecessária, donde não se deve concluir que tudo o que é de graça não é necessário.

Adiante. Suporto bem um filme que conte uma história mirabolante desde que com uma explicação razoável e algum conteúdo. Assim, gostei de Avatar mas não de O Senhor dos Anéis. Aprecio o Xmen, mas não deixo de manter que não há hipótese alguma de as quatro garras do Wolverine caberem no seu antebraço. Vi estes dias Marthirs e não percebi para que carga de água o filme mostra tanta violência para terminar assim - sem respostas. Mesma coisa para The experiment: quem pagou tanto dinheiro só para filmar o comportamento dos humanos enquanto enclausurados e os seus jogos de poder?

Para adormecer, quis ver um bocadinho só de Precious mas acabei por o ver todo e de uma outra forma, é também um filme muito violento, e passando por Frozen e The American, quero agora só ver comédias como Os Normais e romance docinho como Valentine's Day, com a Julia Roberts, coitadinha, a mostrar que os anos também passam por ela. Pipocas doces, por favor.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

AVATAR

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Meses após o lançamento, lá surgiu o Avatar num Cinema ao pé de si - na Praia - e encheu-se de pipocas e adolescentes e gente mais crescida para ver o grande fenómeno da década.


Sem 3D, mas quem não sabe não se importa, de maneira que admirámos na mesma os brilhos maravilhosos da flora e fauna de Pandora, a Lua onde nós - os humanos - fomos apanhar um mineral de nome impossível.


Como este post é para quem viu o filme, não vou estar nem a contar a história nem com meias palavras: a destruição da população local pelos humanos não seria ficção alguma, ainda que, ouvindo os gritos da assistência, estivesse claro que todos na sala estavam do lado dos Na'vi e querendo que os humanos se fossem embora.


Quem seria um Jack Sully da vida?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Eu dublo, tu dublas, nós dublamos?

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Estava na Guiné, em 1996, quando surgiu a discussão lá em casa sobre a vantagem de filmes dublados. O tio Noni (que, coitado, já faleceu) achava que era bom ver filmes dublados, porque de outra forma, se estava a ler um filme.

Eu e a Marisa achávamos que não, que se perdia imenso sem a voz original dos actores, que ficava falso e desagradável.

Por estes dias, andei a ler filmes outra vez, porque se me queimou a placa de som da TV. Confesso que ainda prefiro ver o filme em silêncio do que ouvir os cacarejos em francês ou espanhol, enquanto vejo os lábios a moverem-se em dissonância.

Quentin Tarantino, com quem eu devo ter falado neste assunto por alto, lembrou-se agora de fazer um filme em que mete as personagens a falar nas suas línguas nacionais, em vez de ter russos, alemães e franceses todos a a falar inglês ou com pronúncia de Havard, ou com pronúncia de cada país e põe os americanos, pela primeira vez, a ver filmes com legendas... logo, a lê-los.

Mas assim, vale à pena!

A votos: quem gosta da dublagem quem prefere as legendas?

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O amor nos tempos da cólera - O filme




Enfim, o filme. O amor nos tempos da cólera, na estante do Marabu, fez-me dar um grito histérico e pu-lo logo debaixo do braço, e pensei: Vou enfurecer-me. Muito! E enfureci-me muito, mesmo!


Porque li o livro umas dez vezes e ninguém conseguiria realizar o filme a ponto de me agradar, a não ser se o fizessem um seriado tão à risca... E que durasse uns dias, género a série 24.

Posto isto, vamos a umas pobres considerações:


Mesmo que fizessem a série, eu reconheço que ainda assim eu reclamaria dos olhos de Fermina que eu imaginei sempre castanhos, do jeito afinal nada funerário de Florentino, da falta de sentimento dos actores em relação às personagens tão queridas! Fermina era bem mais decidida e malcriada no livro; Florentino, no filme, mostra uma alegria e vivacidade que nunca encontrou nas páginas de Garcia Márques. No livro, o nosso médico é mais simpático...


Outros pormaiores: América Vincuna tinha cabelos longos (Florentino desfazia-lhe as tranças antes do sexo e voltava a fazê-las para a levar à escola). O pai de Fermina era gordo e barbudo.


Leona Cassiana sequer entra no filme, mas isso, claro , é compreensível.


(Aqui, a autora vai ao wikipédia e descobre que não foi a única a não gostar do filme: houve até um crítico que disse "esqueçam o filme e releiam o livro"!)


Está tudo dito.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Atame


Foi preciso que me tirassem parte de um dente de siso, para ficar em casa durante vários dias a queixar-me de dor e a ver filmes sob efeito de ibuprofene: destacou-se o Atame (1999), do Almodóvar (tu cá tu lá com ele, já vou nuns 5 filmes ou mais) com o António Banderas, versão jovenzinho e Victoria Abril, numa fabulosa actuação. FA-BU-LO-SA!

Mas que estou eu a dizer, vocês de certeza já viram este filme, anh?

De caminho, vi também o interessante "Mujeres al bordo de um ataque de niervos". Filme giro, pelo menos para acamados...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Óscar de melhor actriz

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Se tenho apostado com alguém, estava agora mais rica: o óscar de melhor actriz foi para Marion Cotillard, que fez um papel absolutamente fantástico como Edith Piaf em La vie en rose, de que já vos tinha falado há uns meses.
Mas coitados de nós, sem cinema nem nada, praticamente não chegamos a ver os filmes antes que estes sejam coroados, para nos darmos ao luxo de fazer prognósticos...

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

As vidas dos outros

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Filme alemão multi premiado. Tanto, que quando começou e parecia meio aborrecido, pensei: "Pois. Filmes europeus premiados são sempre tão lentos..."

O que começou por me comover foi a actuação do Sebastian Kosh que faz o papel do escritor Georg, que tem a casa posta em escuta pela razão simples de ter a namorada cobiçada pelo ministro da cultura. Há o personagem do mau, ou seja, do homem que ouve tudo o que dizem na casa, e que comecei por detestar. Mas o filme evolui, e damo-nos conta de que... ah, mas não vos vou contar. Que o vão ver e depois me digam da vossa verdade...

Duas cenas comoventes: a do Geird com uma prostituta enorme, onde ele se encosta como um menino no colo da mãe, e o final, com o agradecimento no livro.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Ainda sobre Hostel - Ou eu não sinto medo

Mas que o filme dá cabo da Eslováquia, isso dá... a ideia que fica é que o país é muito perigoso, cheio de esquemas e tramas... Não é por acaso que esse país se sentiu ofendido com o filme, tanto mais não seja porque ele sequer foi ali filmado. Depois de uma visita à Wikipédia, fiquei a saber que o filme foi considerado como um dos melhores filmes de terror dos últimos tempos. E no entanto... eu, medo, não senti!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Hostel




Avisaram-me que era de terror, mas começou de forma tão descontraída que pensei: deve ter sido engano. De Ely Roth e produação de Quantin Tarantino... recomendo vivamente. E depois, venham falar sobre ele, para afastar fantasmas... ou memórias de sangue.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

O véu pintado


Kitty acredita que o cônsul se vai separar para ficar com ela. Não se separa e ela lá vai atrás de Walter, em duas semanas de caminho debaixo de um sol inclemente, para descobrir entretanto que podiam ter ido por mar. Walter está magoado e cheio de raiva e se nunca mais paro com esta descrição sem sal, não vos digo que o filme é lindo, lindo. Com Eduard Norton e Naomy Watts. De John Curran.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

terça-feira, 17 de julho de 2007

Hector

Porque é que um cobarde rouba a mulher do próximo e quem acaba morto é o corajoso irmão do cobarde?

segunda-feira, 16 de julho de 2007

La vie en rose





Cadeiras desconfortáveis? O que é isso? Cinema antigo? Ecrã descorado? Nada disso interessava, se o som estava bom. Flutuei durante 140 minutos a ver e ouvir Edith/Marion Cotillard, ri e chorei, emocionei-me, fiquei contente e saí feliz, nada nada envergonhada dos meus olhos vermelhos. Não pretendo fazer uma crítica mais inspirada ou técnica do maravilhoso filme, da actuação expectacular, magnífica de Cotillard, do que já foi feito. Pretendo apenas convidar-vos para uns momentos excelentes, frente a um ecrã, com um bom sistema de som.

http://www.edithpiafmovie.com/

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Pirata das Caraíbas

Sempre que gosto de um determinado actor ou actriz e depois o (a) vejo a fazer um determinado papel idiota - geralmente em filmes de ficção científica, fico decepcionada e penso "vendeu-se".

No sábado fui ver O Pirata das Caraíbas. Porque não havia mesmo mais nada, claro. E vejo uma série de caras conhecidas naquele autêntico disparate e vêm-me à cabeça imensas perguntas, do género: como é que tanta gente se pode aliar a uma palhaçada dessas? Como é que esta gente que está aqui ao meu lado não se vai embora? Serei só eu? É claro que também não gostei do Senhor dos anéis, já se vê. São filmes que provam o poder do dinheiro em detrimento do argumento... muita publicidade, grandes cachets... ainda bem que não gosto em especial de nenhum dos actores de Piratas. Mãos ao ar: quem mais o viu?

terça-feira, 12 de junho de 2007

Ocean's 13 sem legenda

Ah, a importância da língua... Vamos ao cinema num país anglófono e claro que não há legendas para ninguém... Então vimos um filme com muita atenção, mas do que ouvimos, entendemos metade... Será só porque somos "lofas" ou os actores não pensaram em nós, fiados que haveria tradutores? De maneira que só posso mandar bocas do Ocean's 13! Não se perecebe nada e não se trata só da língua, mas da própria forma como o filme foi realizado. Flashbacks vários, muitos personagens, muita coisa que dá certo... Se alguém já o viu, que se levante e diga! Vamos traçar espadas!

quarta-feira, 26 de abril de 2006

Não te mexas II

Não te mexas é o nome do filme. Título original: Non Ti Muovere Realização: Sergio Castellitto Intérpretes: Penélope Cruz, Sergio Castellito, Claudia Gerini, Pietro de Silva

segunda-feira, 24 de abril de 2006

Não te mexas

Lusomundo. Hora: tarde. Local: casa de gente. Nome do filme: Não te mexas. Origem: Itália. "Não deve prestar", comenta a voz ao lado. Mas a primeira cena serve logo para nos prender, é o cenário de um acidente, visto de cima, com chuva, pelo que temos um plano das gotas a cair que nunca temos na vida real. Um bom bocado depois e muitos comentários ao meu lado com o teor de "Este filme é um blue!", aparece uma moça que eu digo ser a Penélope Cruz. E de novo, a voz "Alguma vez! A Penélope é boa!" De facto, a personagem é feia que se farta. Mas vou insistindo, ora duvindando, até que, próximo de fim, afirmo, "continuo a dizer que é ela. E o genérico confirma. O filme, lindo, interessante, com uma história encantadora.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Auto da compadecida - Opinião

Talento puro dos actores no filme brasileiro. Quem não viu está a perder duas horas e tal de pura diversão. Menção honrosa para a Cidade de Deus e Karandiru, outros filmes brasileiros de que sou fã incondicional.